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Copom: juro atual já aquece economia e novo corte exige reformas
Publicada no dia 15/02/2019 às 13h35

Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reafirmou na manhã da última terça-feira, 12, na ata do encontro da semana passada, que a conjuntura econômica com inflação controlada e elevado grau de ociosidade na economia continua prescrevendo uma política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural.

“Embora estimativas dessa taxa envolvam elevado grau de incerteza, os membros do Comitê manifestaram entendimento de que as atuais taxas de juros reais ex-ante têm efeito estimulativo sobre a economia”, acrescentou o documento.

Para os membros do Copom, o grau de estímulo adequado depende das condições da conjuntura, em particular, das expectativas de inflação, da capacidade ociosa na economia, do balanço de riscos e das projeções de inflação. “Em especial, a provisão de estímulo monetário requer ambiente com expectativas de inflação ancoradas”, completou a ata.

Mais uma vez, o Banco Central reiterou que a continuidade das reformas na economia é essencial para a queda taxa de juros estrutural.

Cenário de referência

O BC indicou ainda que a projeção para o IPCA de 2019 no cenário de referência está, também, em 3,9%. A projeção para 2020 é de 4,0%. Estes também são os mesmos valores citados no comunicado que acompanhou a decisão do colegiado, na semana passada.

O BC formulou seu cenário de referência tendo como base a Selic constante em 6,50% ao ano e uma taxa de câmbio de R$ 3,70. Este valor para o câmbio teve como base a cotação média para a moeda americana observada nos cinco dias úteis encerrados na sexta-feira anterior à reunião do Copom (1º de fevereiro).

Na ata do encontro de outubro, as projeções do cenário de referência estavam em 3,7% para 2019 e 4,0% para 2020.

O centro da meta de inflação perseguida pela instituição este ano é de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (inflação entre 2,75% e 5,75%). No caso de 2020, a meta é de 4%, com margem de 1,5 ponto (taxa de 2,5% a 5,5%). Já a meta para 2021 é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%).

No Relatório de Mercado Focus publicado nesta segunda-feira, 11, as instituições financeiras projetaram inflação de 3,87% em 2019 e 4,00% em 2020.

Fonte: Exame
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