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Alta dos preços preocupa setor da construção
Publicada no dia 08/10/2021 às 09h02
Durante a pandemia da Covid-19, o setor de construção civil foi um dos menos atingidos, já que muita gente resolveu construir ou reformar suas casas. Com a aproximação do final do ano, a expectativa inicial era que o setor continuasse tendo um bom resultado, já que muita gente tem a possibilidade de utilizar o valor do décimo terceiro para fazer reformas. No entanto, esse cenário ainda é incerto. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil da Bahia (SindusconBA), Carlos Marden, o principal fator que tem preocupado e trazido essa insegurança para os comerciantes é a alta dos preços – a prévia da inflação oficial do país chegou ao índice acumulado de 10,05% nos últimos 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
“Durante a pandemia, o setor da construção civil não parou. Mesmo com uma série de protocolos aqui na Bahia, continuamos trabalhando em todo o estado. O mercado estava tendo um aquecimento, pois as pessoas decidiram fazer modulação de casas. Evidentemente que o aquecimento não estava na pujança de 2019, mas houve sim uma demanda por vendas durante essa pandemia. No entanto, esse aumento desenfreado do preço tem deixado o setor preocupado para esse final de ano. Essa inflação está trazendo uma insegurança muito grande”, avaliou Carlos Marden. Dados do índice Nacional de Custo da Construção da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que os tubos e conexões de ferro e aço, por exemplo, tiveram aumento de mais de 91%. Na lista, também aparecem tubos e conexões de PVC que tiveram alta de 64,91%, tijolos e telhas que tiveram alta de 33,82% e cimento comum que teve alta de 27,62%.
 
Na mesma linha de Marden, o gerente da Comercial Ramos Materiais de Construção, Roberto Monteiro, mostrou preocupação com o aumento dos preços, mas projetou um cenário de continuidade de vendas para esses últimos três meses do ano. “Nosso segmento durante quase toda pandemia não caiu. Agora com os aumentos recentes tivemos uma pequena queda, mas nossa perspectiva é que volte nesse último semestre ao mesmo patamar. Nossa expectativa é boa. Esperamos que o mercado aqueça ainda mais nesse final de ano. Nós esperamos um crescimento de 20% ou mais com relação ao mesmo período do ano passado”, projetou Roberto Monteiro.
 
CBIC

Mesmo com o temor do setor, a projeção com relação às vendas do setor da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) melhorou ao longo do ano. A perspectiva da indústria era de um crescimento de 2,5% em 2021. A projeção mais recente melhorou e, até o final do ano, a indústria da construção civil deve crescer cerca de 4%. Esse é o maior crescimento desde 2013.
Fonte: Tribuna da Bahia
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