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Abecip aponta alta nos preços nominais dos imóveis residenciais em março
Publicada no dia 20/04/2021 às 10h36
Apesar do resultado do IGMI-R/ABECIP em março (0,78%) ter sido superior ao anterior (0,53% em fevereiro), a variação do indicador acumulada em 12 meses caiu pelo quinto mês seguido. Todas as capitais tiveram aumentos nos preços nominais dos imóveis residenciais em março, porém apenas Rio de Janeiro, Recife e Brasília tiveram aceleração no resultado acumulado em 12 meses. Entre essas cabe destacar que, apesar desse desempenho em termos da variação acumulada em 12 meses, as duas primeiras encontram-se um patamar relativamente baixo em comparação com as demais sob essa mesma perspectiva.

Na tabela podemos ver as variações dos últimos três trimestres, sempre em comparação direta com o trimestre imediatamente anterior. O gráfico mostra a trajetória da série completa da variação percentual de trimestre contra trimestre anterior para o Brasil.

A recessão iniciada no segundo trimestre de 2020 com a chegada da pandemia interrompeu a tendência de aceleração iniciada em 2019, tendo na sequência uma forte desaceleração no terceiro trimestre de 2020. Os resultados do último trimestre de 2020 e do primeiro de 2021 interromperam essa desaceleração, dando lugar a uma estabilidade em torno do patamar do final de 2019. No entanto, esse patamar nominal não reproduz a variação real dos preços dos imóveis residenciais no Brasil, na medida em que os índices de preços ao consumidor, e principalmente no atacado, tiveram aceleração significativa no período.

Os resultados da Sondagem da Construção Civil do IBRE/FGV, refletem essa dinâmica dos preços nos últimos meses. Tanto o Índice de Situação Atual (ISA) como o Índice de Expectativas (IE), calculados de acordo com o sentimento dos empresários do setor de Construção de Edificações Residenciais, mostram que houve uma recuperação a partir da queda acentuada no segundo trimestre de 2020. O Índice de Confiança da Construção (ICST), que agrega percepções de situação atual e expectativas, chegou a atingir o mesmo nível anterior ao do início da recessão, porém vem declinando a partir daí desde o final de 2020.

O momento atual é marcado pelo recrudescimento da pandemia, que impõe restrições para a retomada do nível de atividade, e por limites fiscais para programas de incentivos e auxílios. O tempo necessário para a normalização desse cenário, e por consequência das condições de consumo e investimento da população, irá condicionar a evolução dos preços dos imóveis residenciais ao longo do restante do ano.
Fonte: Radar Imobiliário
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